COLECÇÃO RUMOS DO PENSAMENTO
 
A MÁQUINA ILUMINADA, COGNIÇÃO E COMPUTAÇÃO
LUÍS MONIZ PEREIRA (Março de 2016)
EXCERTO DO LIVRO:
A obra de Luís Moniz Pereira não é mera divulgação científica. Sendo o autor protagonista de importantes desenvolvimentos na Inteligência Artificial, oferece-nos um mundo neste livro. Se a computação é hoje o ponto de vista privilegiado para ler a realidade, o livro que nos explica isso mesmo acaba por nos dar uma síntese do que conhecemos do próprio mundo. Na tradição de um Alexandre von Humboldt, de um Charles Darwin, de um Ernst Haeckel, ou, mais recentemente, de um Carl Sagan, todos eles protagonistas da ciência com gosto pela explicação elegante dos resultados científicos, Luís Moniz Pereira dá-nos um livro que coloca o leitor nas suas páginas.
De facto, se a descrição computacional da vida humana é verdadeira, poderíamos perguntar qual é o sentido último de existências que mais não parecem ser do que efeitos de superfície de um processo imaterial que tudo atravessa, e a que, na falta de melhor descrição, chamamos estrutura computacional da realidade. Reparemos apenas em alguns aspectos. Quando amamos, não poderemos reclamar como nosso esse amor porque ele se insere numa lógica que ultrapassa os indivíduos. Quando sentimos que estamos acordados e a ter experiências subjectivas, também não poderemos reivindicar como nosso o que de mais pessoal se passa connosco. Quando se ajuda o próximo, teremos de perspectivar essa ajuda à luz da investigação recente sobre o altruísmo como um jogo evolucionário. Tudo isto nos obriga a perguntar pelo sentido último da participação humana no processo computacional que decorre no cosmos.
(Do prefácio por Manuel Curado)
ISBN: 978-989-8647-58-0 Dim: 15,50 cm x 23,50 cm Pag: 256pp
P.V.P.: 15.90 euros
O AVANÇO DA CIÊNCIA E O RECUO DE DEUS, FRONTEIRAS DO CONHECIMENTO
AgustÍn Udías Vallina, Álvaro Balsas, Antonio Fernández-Rañada, António Luciano Leite Videira, Desidério Murcho, Ludwig Krippahl (Fevereiro de 2013)
EXCERTO DA CAPA:
Segundo os mais prestigiados arautos do chamado “novo ateísmo”, a ideia de Deus é nociva para a humanidade, impedindo mesmo o seu desenvolvimento e contribuindo para fazer aumentar o ópio do povo. Entre tais arautos, têm-se destacado, os chamados “quatro cavaleiros” do novo ateísmo – Richard Dawkins, Sam Harris, Daniel Dennett e Christopher Hitchens – que têm travado uma intensa batalha contra o que eles consideram ser a ignorância, a superstição e os mitos religiosos, com o objectivo de “provar” que apenas as visões do mundo puramente naturalistas e ateias são necessárias e benéficas para o desenvolvimento das sociedades.
Para eles, só o conhecimento científico permitirá, finalmente, desterrar a “ilusão de Deus” – como propõe, aberta e radicalmente, Richard Dawkins na sua recente e amplamente divulgada obra A Desilusão de Deus –, ou, simplesmente, “desterrar as sombras da magia e do mistério que, no passado, envolveram o conhecimento [do mundo e] de nós mesmos” – como defende, de maneira mais suave, Francisco Mora, autor de Neurocultura: Uma Cultura Baseada no Cérebro, cultura essa que, segundo ele, compreende um conjunto tão diversificado de áreas como a neuroética, a neurosociologia, a neuroeconomia e a neuroarte.
(do Prefácio)
ISBN: 978-989-8647-01-6 Dim: 15,50 cm x 23,50 cm Pag: 156pp
P.V.P.: 14.75 euros
LIMITES DA CONSCIÊNCIA
JOSÉ ANTÓNIO ALVES (Janeiro de 2013)
EXCERTO DA CAPA:
De quanto tempo precisou o leitor para sentir consciência da mensagem que acabou de ler, ou do livro que tem na mão? De quanto tempo precisa para compreender o significado das palavras que tem diante de si? Quando um livro lhe desperta emoções, de quanto tempo precisa para sentir essas emoções? Quando circula no meio do trânsito e vê um veículo na sua direcção, de quanto tempo precisa para desviar-se?
O livro que agora damos à estampa dá resposta a estas questões. Explora o factor temporal da mente humana e a sensação de que somos livres. Diz por que razão a consciência está sempre atrasada em relação às coisas que acontecem e analisa, em consequência desse atraso, a ideia polémica de que a liberdade humana é ilusória.
A relação mente-cérebro, o desfasamento temporal da consciência e a sensação de que somos livres são alguns dos enigmas mais notáveis da ciência contemporânea. Este livro relata as investigações clássicas de Helmholtz e de Benjamin Libet, bem como o debate actual em torno destes assuntos.
ISBN: 978-989-8070-89-0 Dim: 15,50 cm x 23,50 cm Pag: 257pp
P.V.P.: 15.90 euros
DEUS NA UNIVERSIDADE, O QUE PENSAM OS UNIVERSITÁRIOS PORTUGUESES SOBRE DEUS?
MARCELO REBELO DE SOUSA, BAGÃO FÉLIX, FRANCISCO SARSFIELD CABRAL, JOÃO CÉSAR DAS NEVES E OUTROS (Abril de 2011)
EXCERTO DA CAPA:
As universidades públicas portuguesas deixaram de ter cursos de Teologia e é muito difícil encontrar algum curso ligado à História das Religiões. Esta situação tem já muitas décadas e revela uma decisão de princípio de tal forma importante que só pode ser classificada com o adjectivo de civilizacional. De facto, estamos perante uma decisão civilizacional das universidades portuguesas como um todo. O que é que elas dizem ao mundo com esta decisão? A resposta é evidente a qualquer pessoa. Dizem isto: os responsáveis políticos e académicos em Portugal não consideram que a religião seja um assunto suficientemente digno para fazer parte do elenco dos cursos universitários em Portugal. Podemos, evidentemente, precisar este pensamento, vendo nele a influência datada do movimento da República na vida portuguesa em geral. Podemos ir mais atrás na cultura portuguesa, discernindo nesta perspectiva dos responsáveis pelas universidades portuguesas uma influência anacrónica das ideias positivistas do velho século XIX. É indubitável que muitas outras interpretações para este estado de coisas anómalo poderiam ser avançadas. Mas o facto permanece de que as universidades portuguesas vivem de costas voltadas para o mundo da crença religiosa.
O dano causado por este estado de coisas à formação universitária das pessoas é enorme.
ISBN: 979-989-8070-68-5 Dim: 17,00 cm x 24,00 cm Pag: 168pp
P.V.P.: 16.00 euros
PORQUÊ DEUS SE TEMOS A CIÊNCIA?
MANUEL CURADO (Org.) (Outubro de 2009)
CONTRACAPA:
"Deus não se vai embora. Todas as pessoas mais cedo ou mais tarde têm de ter uma posição sobre a existência de Deus. Não se conhece nenhuma sociedade que não tenha crenças e comportamentos religiosos. Estes dois factos são extraordinários. Se existissem excepções, a vida humana seria radicalmente diferente. Pensemos em indivíduos hipotéticos que vivessem toda uma vida sem se questionarem sobre a existência de uma entidade criadora do que existe ou a fonte do sentido para a existência do homem e do mundo. Este é um exercício difícil porque não reconhecemos traços de humanidade nesses indivíduos hipotéticos. Talvez algumas pessoas tenham sido e sejam assim. Talvez. É justo, contudo, afirmar a seu respeito que lhes falta algo, como se a grandeza da condição humana passasse obrigatoriamente por uma relação pessoal com a questão de Deus. O mesmo poderia ser afirmado a respeito de uma sociedade que não tivesse crenças religiosas, comportamentos abertamente religiosos e em que ninguém apelasse ao religioso. A imaginação de uma sociedade deste tipo é ainda mais violenta porque ainda mais improvável. Seja como for, a relação entre os seres humanos e o religioso é inesgotável. O presente volume procura compreender alguns dos aspectos dessa relação."

ISBN: 978-989-8070-42-5 Dim: 16,00 cm x 23,50 cm Pag: 271pp
P.V.P.: 19.90 euros
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