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| COLECÇÃO PORTUGUESES NO MUNDO |
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A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA PARA O BRASIL E AS ORIGENS DA AGÊNCIA ABREU FERNANDO DE SOUSA (Outubro de 2009)
EXCERTO DA OBRA: “As origens da Agência Abreu, a mais antiga agência de viagens portuguesa e uma das mais antigas do mundo, encontram-se indissociavelmente ligadas à emigração portuguesa para o Brasil por duas razões fundamentais: o seu fundador, Bernardo Luís Vieira de Abreu, foi emigrante no Brasil, aí tendo amealhado o dinheiro necessário para se instalar como empresário, no Porto, segundo a tradição, em 1840...
Neste trabalho de investigação que agora se publica, em ordem a compreendermos as origens da Agência Abreu, abordamos, em primeiro lugar, a emigração portuguesa para o Brasil entre 1835-1843, procedendo à sua caracterização sumária, ao enquadramento jurídico deste fenómeno por parte do Estado português, e apresentando os resultados do inquérito parlamentar de 1843 à emigração, até ao momento inédito.
Na segunda parte, abordamos as origens da Agência Abreu, centrada no seu fundador, Bernardo Luís Vieira de Abreu.”
| ISBN: 978-989-8070-41-1 |
Dim: 17,00 cm x 24,00 cm |
Pag: 264pp |
| P.V.P.: 19.90 euros |
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MIGRAÇÕES E DESENVOLVIMENTOS ORTELINDA BARROS (Maio de 2009)
EXCERTO DA OBRA: “É inquietante o despovoamento e o envelhecimento das freguesias estudadas. Depois de intensas conturbações demográficas e migratórias que se desenrolaram desde os anos 60 do século passado, e que provocaram enormes desequilíbrios territoriais e regionais, neste início do século XXI o interior continua a desertificar-se.
O atrofiamento demográfico que se verifica no interior do país não pode ser concebido como um processo irreversível. É necessário apoiar o desenvolvimento das regiões e das localidades do interior com políticas que consigam atrair populações e investimento económico. O desenvolvimento local é o grande instrumento do desenvolvimento rural, tomando este como o desenvolvimento do potencial criativo em termos humanos, sociais, económicos e territoriais das áreas rurais. Não podemos falar de desenvolvimento local que não seja desenvolvimento social, integrado, sustentável, já que ele apela a conceitos como o de inclusão, participação, coesão, competitividade e solidariedade.”
| ISBN: 978-989-8070-31-9 |
Dim: 17,00 cm x 24,00 cm |
Pag: 436pp |
| P.V.P.: 25.00 euros |
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A COMUNIDADE LUSÍADA EM JOANESBURGO PAULO BESSA (Maio de 2009)
A génese da presença portuguesa na África do Sul remonta aos Descobrimentos, existindo contactos há mais de meio milénio, materializados nas viagens transoceânicas e na proximidade das colónias lusas. O indivíduo tido como “o primeiro verdadeiro imigrante português, desembarcou no Cabo em 1722 e entrou ao serviço da Companhia [Holandesa das Índias Orientais]. Chamava-se Inácio Ferreira e era natural de Lisboa,” sendo o ancestral dos afrikaners de apelido Ferreira. A constituição da comunidade lusa propriamente dita só se verificaria muito mais tarde. Após a “descoberta de diamantes, (...) em 1867, e de ouro, (...) em 1886, milhares de [europeus] confluíram para a África do Sul,” iniciando-se o fluxo português em 1872, tendo por destino a Cidade do Cabo, onde se estabeleceram madeirenses, sobretudo no sector pesqueiro, ingressando posteriormente nas províncias do Transvaal e Orange Free State, atraídos pelas riquezas minerais. A problemática da quantificação das comunidades lusas só foi abordada pelas autoridades de Lisboa no último quartel do século XIX, realizando-se então um levantamento dos portugueses de origem europeia na África do Sul através da rede diplomática, concluindo-se que, entre 1878 e 1911, ter-se-iam radicado neste país 2 270 portugueses, dos quais apenas uma minoria constava nos registos.
| ISBN: 978-989-8070-30-2 |
Dim: 17,00 cm x 24,00 cm |
Pag: 316pp |
| P.V.P.: 22.00 euros |
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